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Mais segurança nos aeroportos

A Jamaica fixou mais um marco em seu esforço contínuo de impulsionar o turismo e o investimento estrangeiro com a conclusão da modernização da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Internacional Norman Manley, em março último.
 
A pista recém-reforçada de 2.600 metros, a pista de taxiagem e a praça de manobra se tornaram operacionais após a cerimônia de corte da fita inaugural em 10 de março. Estavam presentes o presidente da Administração de Aeroportos da Jamaica Dennis Morrison, o Ministro de Indústria, Comércio e Tecnologia Philip Paulwell e o Ministro de Transportes e Obras Públicas Peter Phillips. A remodelação da iluminação do campo de pouso e melhorias no sistema de abastecimento em terra também fizeram parte das obras recém-concluídas.

O Programa Reforma e Melhoria do Aeroporto foi proposto em 1993, com o objetivo de reformar instalações antiquadas e tornar a Jamaica um destino mais atraente para o tráfego aéreo de turistas e pessoas de negócios. O BID ajudou a financiar o programa, que tem um custo total estimado de US$47 milhões, com um empréstimo de US$26 milhões aprovado em 1995.

O programa do aeroporto também inclui a renovação da sede da Administração de Aviação Civil da Jamaica, ao custo de US$1,2 milhão, para abrigar um novo centro de controle de tráfego aéreo, uma escola de tráfego aéreo e mais espaço administrativo. Essas obras, que estão sendo financiadas pelo Ex-Im Bank do Japão, inclui equipamentos de navegação e comunicações sofisticados para o Aeroporto Internacional Norman Manley e o Aeródromo Tinson Pen, ambos em Kingston, o Aeroporto Internacional de Sangster na Baía Montego e o Centro de Controle de Tráfego Aéreo, e outros locais. A renovação do terminal de Norman Manley está sendo financiada pelo governo jamaicano.

A obra de reconstrução da pista apresentou desafios logísticos complicados devido à necessidade de manter o aeroporto aberto e em operação. A empreiteira elaborou um sistema de intenso trabalho noturno em que trechos curtos da pista eram quebrados, reconstruídos, testados e pavimentados entre meia-noite e seis da manhã.

Ao cortar a fita, o Ministro de Transportes e Obras Públicas Peter Phillips elogiou a empreiteira dinamarquesa E. Pihl and Son A.S. por ter concluído a tarefa complexa dentro do prazo e do orçamento. "Testemunhamos uma realização digna de nota", disse ele aos repórteres.

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