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BID realizará fórum sobre microempresas em Quito, Equador, no período de 13 a 15 de setembro

No período de 13 a 15 de setembro, o Banco Interamericano de Desenvolvimento realizará, em Quito, Equador, uma conferência internacional sobre microempresas, um setor econômico essencial para a América Latina e o Caribe.

O Presidente do Equador, Alfredo Palacio, e o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, deverão abrir o IX Fórum Interamericano da Microempresa na manhã de quinta-feira, 14 de setembro, no Swissôtel de Quito.

As microempresas representam a principal fonte de renda para centenas de milhões de famílias pobres em todo o mundo. Na América Latina e no Caribe, há cerca de 60 milhões de empresas enquadradas nessa categoria, que geram algo em torno da metade de todos os empregos na região.

Neste ano, o fórum enfocará o acesso a novos mercados e melhores serviços, para ajudar pessoas que vivem em situação de pobreza a melhorar seus padrões de vida. Esses são aspectos essenciais do projeto Construir Oportunidades para a Maioria, uma iniciativa do BID concebida para promover oportunidades econômicas destinadas a pessoas de baixa renda.

Os painéis do fórum discutirão questões como o papel do Estado, dos bancos e das ONGs na concessão de microcrédito, no registro de empresas que atuam no setor informal, na participação de microempresas nas cadeias de valor, na capacitação de jovens empresários e na promoção de modelos empresariais capazes de ampliar o acesso de pessoas que vivem em situação de pobreza a moradia, serviços essenciais e assistência médica.

A conferência contará com um salão de exposição com estandes montados pelos principais organismos envolvidos na concessão de microcrédito e no desenvolvimento de microempresas, uma feira de artesanato com produtos confeccionados e vendidos por microempresários, um ponto de encontro para promover a formação de redes entre os participantes e visitas a programas equatorianos bem-sucedidos.

Mais de 1.000 pessoas das Américas e da Europa deverão participar do fórum deste ano, entre as quais representantes de ONGs, fundações, fundos de investimento social, instituições de microcrédito, cooperativas de crédito, bancos, empresas de consultoria, agências de classificação de crédito, universidades, grupos de pesquisas interdisciplinares, órgãos governamentais e instituições multilaterais.

Entrega de prêmios 

Na noite de quinta-feira, 14 de setembro, o BID concederá seus prêmios anuais pelo desenvolvimento de microempresas, em reconhecimento de contribuições destacadas de instituições e indivíduos que trabalham na América Latina e no Caribe.

Os ganhadores deste ano são o Mibanco, do Peru, a Fundación Mundial de la Mujer, de Bucaramanga, Colômbia, a Actuar Famiempresas, de Medellín, Colômbia, e a Corporación Hogar de Cristo, do Equador.

BID, microempresas e Oportunidades para a Maioria

O BID é a principal fonte de financiamentos para o desenvolvimento de microempresas na América Latina e no Caribe. Desde 1978, quando o Banco lançou seu Programa de Pequenos Projetos, o BID investiu uma soma superior a US$1 bilhão em mais de 500 projetos relacionados a microempresas.

Com a iniciativa Construir Oportunidades para a Maioria, o BID pretende apoiar projetos que triplicarão o volume de microcréditos na região ao longo de um período de cinco anos. O volume atual de microcréditos está estimado em US$5 bilhões por ano. A meta é chegar a um volume de US$15 bilhões até 2011, envolvendo, principalmente, mais bancos comerciais na concessão de microcrédito.

A iniciativa procura também ajudar países latino-americanos e caribenhos a reduzir barreiras burocráticas que restringem a criação de empregos e impedem o acesso de empresas à economia formal.

O BID promoverá também – em cooperação com órgãos governamentais, instituições do setor privado e grupos da sociedade civil – projetos do setor privado concebidos para ampliar o acesso a moradia e serviços confiáveis de fornecimento de eletricidade e água potável, entre outros.

O BID espera que esses esforços gerem mais oportunidades para que grupos de baixa renda acumulem ativos e usufruam dos benefícios do crescimento econômico.

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