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São Paulo melhora sua rede rodoviária com um empréstimo do BID

O estado brasileiro de São Paulo realizará melhorias em sua rede rodoviária com um empréstimo de US$ 194 milhões aprovado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento.

O financiamento apoiará um programa do governo estadual para recuperar o pavimento e o sistema de drenagem e estabilizar os aterros em segmentos críticos de aproximadamente 2.500 km de rodovias estaduais.

O projeto focaliza principalmente o sistema de vias vicinales, onde a necessidade de melhorar as condições de tráfego e segurança é maior. O objetivo é proporcionar condições de tráfego sustentáveis para a movimentação de pessoas e mercadorias a um custo operacional baixo e com níveis mais altos de segurança.

Também está incluído um componente de fortalecimento institucional para aperfeiçoar a gestão da manutenção das vias municipais.

A Diretoria Executiva do BID aprovou o empréstimo na terça-feira.

Desde 2001, o BID apoiou o estado de São Paulo na implementação de dois programas de recuperação rodoviária destinados a aumentar a competitividade e a capacidade de produção do estado. O programa atual é uma continuação dos programas e atividades desenvolvidos nas fases I e II.

O estado de São Paulo é o maior centro industrial do Brasil, responsável por aproximadamente um terço do PIB do país. Sua rede rodoviária transporta cargas avaliadas em US$190 bilhões, das quais 20% destinam-se à exportação. O estado abriga 25% dos rebanhos do Brasil, é o terceiro maior produtor de suco de laranja do mundo e responde por um terço da produção nacional de frutas.

São Paulo é também o principal produtor de cana-de-açúcar e de etanol de cana, com uma produção anual próxima de 11 milhões de m³. O aperfeiçoamento contínuo da infra-estrutura de transporte é considerado uma condição essencial para a expansão prevista desse setor.

O programa será executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo. O empréstimo do BID, do capital ordinário do Banco, tem prazo de 25 anos, com um período de carência de 5 anos e taxa de juros baseada na LIBOR.

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