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Santiago Levy, novo economista-chefe do Banco Interamericano de Desenvolvimento

O Banco Interamericano de Desenvolvimento anunciou hoje que Santiago Levy Algazi, arquiteto do bem-sucedido programa social mexicano que investe na educação, saúde e nutrição de famílias em pobreza extrema, é o novo economista-chefe e gerente geral do Departamento de Pesquisa do BID.

Destacado na função pública, na pesquisa acadêmica e como professor universitário, Levy elaborou o programa de transferência condicionada de renda conhecido hoje como Oportunidades, que alcança mais de 5 milhões de domicílios no México e que inspirou outros países interessados em encontrar meios eficazes de combater a pobreza.

Antes de ingressar no Banco, Levy foi pesquisador convidado do centro de estudos Brookings Institution de Washington, diretor geral do Instituto Mexicano de Seguro Social, subsecretário da Secretaria da Fazenda e Crédito Público, presidente da Comissão Federal de Concorrência e diretor do Programa de Desregulação Econômica da Secretaria de Comércio.

Como consultor internacional, nos últimos anos prestou assessoria ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e aos governos do Brasil, Egito e República de Maurício sobre políticas para redução da pobreza.

Levy foi professor associado e diretor do Instituto para o Desenvolvimento Econômico da Universidade de Boston, onde recebeu seu título de bacharel, mestrado e doutorado em Economia. Fez estudos de pós-doutorado na Universidade de Cambridge e lecionou no Instituto Tecnológico Autónomo do México.

Autor de diversos livros, estudos e artigos acadêmicos, entre suas obras mais recentes estão Pobreza y Transición Democrática en México (Brookings Institution Press, 2006), Sin Herencia de Pobreza, com Evelyne Rodríguez (co-publicado pelo BID e Editorial Planeta, 2005), e Ensayos sobre el Desarrollo Económico y Social de México (Fondo de Cultura Económica, 2004).

Os antecessores de Levy no cargo de economista-chefe do BID foram Guillermo Calvo, hoje diretor do Programa de Gestão de Política Econômica da Universidade de Columbia, e Ricardo Hausmann, diretor do Centro para o Desenvolvimento Internacional da Universidade de Harvard.

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