BID duplica carteira de projetos financiados pelo Global Environmental Facility

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mais que dobrou nos últimos anos sua carteira de projetos nas áreas de mudança climática, de biodiversidade e conservação do solo e de águas internacionais, no âmbito da parceria com o Global Environmental Facility (GEF – Fundo Global para o Meio Ambiente).

Energia sustentável para Haiti, Bahamas e Barbados

Dezenas de milhares de haitianos que perderam suas casas em Porto Príncipe deixaram a cidade e migraram para aldeias rurais ou acampamentos temporários. Organizações de auxílio internacionais estão nesse momento ajudando a construir clínicas, escolas, centros administrativos e armazéns em algumas dessas aldeias, que ficam localizadas em áreas remotas, sem acesso a serviços básicos.

Um desafio decisivo

A mudança climática tem o potencial de pôr a perder muitos dos avanços em desenvolvimento social e econômico que os países da América Latina e Caribe obtiveram em décadas recentes. Com o apoio do BID, os governos da região estão formulando estratégias para se adaptar a diferentes cenários de mudança climática, aplicando novas tecnologias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e redobrando os esforços para conseguir um desenvolvimento sustentável.

Ameaças para a região

Esperança para o Haiti

As mangas produzidas no Haiti estão entre as melhores do mundo, mas quase metade de sua colheita é perdida antes de chegar aos mercados. Apenas cerca de 10% das frutas são exportadas. E, paradoxalmente para um país com 10 milhões de mangueiras, o Haiti importa suco de manga.

Um teto para o Haiti

GRAND GOAVE, Haiti – Maryse Auguste diz que está feliz com sua nova casa, um abrigo asseado de um só cômodo construído depois do terremoto de 12 de janeiro por jovens voluntários da Un Techo Para Mi País, uma organização não-governamental especializada em fornecer moradia temporária para os desesperadamente pobres em 16 países norte-americanos.

Haiti volta a exportar

Os primeiros embarques de mangas orgânicas desta estação partiram da unidade de processamento da Carifresh para os Estados Unidos na última semana de abril, quase dois meses mais tarde do que de hábito. Mas esta não é uma estação normal.

Da demolição à reconstrução

Peter Bate

Durante décadas, as favelas do Rio de Janeiro apareciam nos mapas da cidade como espaços em branco. Na melhor das hipóteses, elas eram ignoradas pelos moradores de bairros mais ricos e abandonadas pelas autoridades municipais, apesar de abrigarem mais de um quinto da população da cidade. Na pior, eram desprezadas como feridas sociais abertas, desfigurando uma das mais lindas paisagens do mundo — cicatrizes a ser extirpadas, se necessário à força.

Uma forma nova de construir

Foi a catástrofe natural mais destrutiva da história da Colômbia.

Em 25 de janeiro de 1999, dois terremotos medindo 6,2 e 5,8 na escala Richter destruíram mais de 100.000 edifícios em 28 municípios no coração da região produtora de café, economicamente estratégica para a Colômbia. O desastre matou 1.185 pessoas e deixou mais de 550.000 desabrigados numa área montanhosa de 1.360 quilômetros quadrados situada entre o oceano Pacífico e Bogotá.