América Latina e Caribe devem ter crescimento mais lento nos próximos quatro anos

Março 19, 2009
Líderes da América Latina e do Caribe prevêem que a renda per capita cairá ou terá um crescimento moderado no período de 2009-2012 e que os governos dependerão mais de financiamentos de instituições internacionais, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essas expectativas contrastam vivamente com o desempenho econômico recente da região, em que o produto per capita cresceu 4,1% ao ano nos últimos cinco anos.

A Colômbia e o BID

Março 17, 2009
Desde meados da década de 1990, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem sido a principal fonte de financiamento multilateral para a Colômbia. Nos últimos 50 anos, o BID aprovou para esse país mais de US$14,8 bilhões em empréstimos e projetos de cooperação técnica não reembolsáveis.   Ao longo de sua história, o BID apoiou o governo e o setor privado colombianos em áreas fundamentais para o desenvolvimento, como infra-estrutura, modernização e reforma do Estado, pequena e média empresa, agricultura, energia, proteção ambiental e contra mudanças climáticas.

Uma solução local para a crise de água na América Latina

Março 01, 2006
Luis Alberto Moreno*Muitos dos delegados reunidos no IV Fórum Mundial da Água, realizado na Cidade do México no início deste mês, questionaram se o setor privado ainda teria um papel a desempenhar na solução dos graves problemas de saneamento do mundo em desenvolvimento.

Ação ambiental como fonte de receita

Fevereiro 18, 2005
A entrada em vigor em 16 de fevereiro do Protocolo de Kyoto, estabelecido em 1997 na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, traz para a América Latina e o Caribe uma oportunidade de associar o desenvolvimento econômico sustentado à proteção ambiental.

Arte latino-americana com raízes japonesas

Fevereiro 01, 2005
Roger HamiltonOs imigrantes japoneses que chegaram à América Latina na virada do século XX não eram em nada diferentes dos imigrantes de outras origens. Pobres, sem oportunidades e freqüentemente sem sorte, eles viam nas Américas uma terra de esperança e oportunidade. Como na maioria os recém-chegados eram agricultores, buscaram trabalho em plantações, primeiro no Peru, depois em outros países, principalmente no Brasil. Muitos esperavam retornar à terra natal depois de alguns anos. Grande parte não voltou.