O Caribe e o BID

Setembro 27, 2010
Os países caribenhos de língua inglesa membros do BID – Bahamas, Barbados, Belize, Guiana, Jamaica e Trinidad e Tobago – e o Suriname, de língua holandesa, são unidos por comércio, geografia, história e tradições. Sua situação econômica e desafios de desenvolvimento, porém, podem variam amplamente.

América Latina e Caribe devem ter crescimento mais lento nos próximos quatro anos

Março 19, 2009
Líderes da América Latina e do Caribe prevêem que a renda per capita cairá ou terá um crescimento moderado no período de 2009-2012 e que os governos dependerão mais de financiamentos de instituições internacionais, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essas expectativas contrastam vivamente com o desempenho econômico recente da região, em que o produto per capita cresceu 4,1% ao ano nos últimos cinco anos.

A Colômbia e o BID

Março 17, 2009
Desde meados da década de 1990, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem sido a principal fonte de financiamento multilateral para a Colômbia. Nos últimos 50 anos, o BID aprovou para esse país mais de US$14,8 bilhões em empréstimos e projetos de cooperação técnica não reembolsáveis.   Ao longo de sua história, o BID apoiou o governo e o setor privado colombianos em áreas fundamentais para o desenvolvimento, como infra-estrutura, modernização e reforma do Estado, pequena e média empresa, agricultura, energia, proteção ambiental e contra mudanças climáticas.

Aliança empresarial pelo desenvolvimento

Novembro 01, 2007
Era um edifício à procura de uma identidade. A estação ferroviária, construída por engenheiros alemães em 1930, foi convertida numa base do Exército depois da desativação da ferrovia alguns anos mais tarde, na cidade de Quetzaltenango, que fica no departamento de mesmo nome no noroeste da Guatemala. Manteve-se como uma instalação militar durante décadas, até os cortes nos gastos militares feitos depois do Acordo de Paz de 1996, quando o governo decidiu fechar a base, deixando em dúvida seu futuro.

Garrafa menor, lucros maiores

Junho 01, 2007
No escritório de sua fábrica num bairro de baixa renda de Matanza, na região de Buenos Aires, Miguel Maccagno, um pequeno proprietário, examina garrafas de plástico aparentemente idênticas para as bebidas de frutas que sua firma produz e avalia o possível efeito sobre sua competitividade. Com uma redução de 14 gramas no peso, ele poderá baixar os custos o suficiente para que sua empresa, a Agroindustrias Rio Tercero, tenha condições de competir com as grandes empresas norte-americanas, brasileiras e chilenas que monopolizaram o segmento popular do mercado local.

A América Latina face ao panorama mundial

Outubro 31, 2005
Muitos temem o grande poder econômico de que se investiu a Ásia devido ao “vício chinês” de comprar dólares, já que existe o risco de uma elevação das taxas de juros e de uma recessão global se essa compra de dólares for interrompida, observou recentemente o economista-chefe do Departamento de Pesquisa do BID, Guillermo Calvo.

Capacitar ou não capacitar, eis a questão

Abril 14, 2005
Para que as pequenas empresas consigam competir com as grandes, precisam investir em capital humano, diz Félix Mitnik, coordenador do projeto de cadeias produtivas em Córdoba, Argentina, financiado pelo Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) do Banco. O projeto, que visa elevar os níveis de produtividade e competitividade de micro, pequenas e médias empresas, revelou que as pequenas empresas investem pouco em capacitação.

Tratado de livre comércio México–União Européia abre perspectivas para América Latina

Julho 30, 2004
O tratado de livre comércio México–União Européia (TLCUEM), que completa quatro anos de existência neste mês de julho, foi a primeira iniciativa de liberalização do comércio da Europa com um país do continente americano e resultou num crescimento de 27% no comércio bilateral. (1)

O perfil do jovem empreendedor na América Latina

Julho 26, 2004
Eles pertencem à classe média, têm diploma universitário, começam a pensar em ter seu próprio negócio aos 25 anos, mas não abrem suas empresas menos de cinco anos depois. Estas são as características do jovem empresário latino-americano, de acordo com recente estudo desenvolvido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e que é tema do livro Desarrollo Emprendedor (publicado em espanhol e cuja versão em inglês sairá em outubro de 2004).

O efeito multinacional

Janeiro 21, 2004
Muitas pessoas partem do princípio de que o investimento de firmas multinacionais está ligado a efeitos econômicos negativos no país que as hospeda ou rejeitam a hipótese de que o investimento direto estrangeiro acelera o crescimento da produtividade das empresas nacionais.