O Grupo Consultivo Externo (GCE) é formado por oito peritos de nacionalidade e especialização diferentes que assessoram o MICI pro-bono em seu processo de fortalecimento operacional. Para o período 2017-2019, o trabalho institucional focalizará as áreas de acesso, aprendizagem, eficácia e transparência.

POR QUE FOI CRIADO?

O MICI compromete-se a cumprir seu mandato de prestação de contas de forma transparente, eficaz e crível. Neste sentido, o GCE foi criado para apoiar o processo de melhoria contínua do MICI e aumentar sua eficácia operacional. O GCE não participa da gestão de casos.

O GCE oferece assessoramento ao MICI com base em sua visão externa para alcançar os seguintes objetivos:

  • Melhorar suas estratégias de promoção de acesso;
  • Reforçar seus esquemas de informação e interação com diferentes interlocutores;
  • Fortalecer sua operação por meio de maior transparência e certeza em seus processos;
  • Desenvolver uma tabela de indicadores que orientem o MICI em seu processo de melhoria contínua.
COMO SÃO SELECIONADOS SEUS MEMBROS?

O MICI seleciona os membros do GCE. Em cada biênio o MICI faz uma convocação aberta convidando manifestações de interesse. O processo de escolha visa a gerar um grupo multidisciplinar que leve em consideração a equidade de gênero, a inclusão de representantes de grupos vulneráveis e que traga a visão dos setores privado, público e social. Nesse processo as candidaturas são avaliadas em conformidade com os seguintes critérios:

  • Experiência acadêmica ou técnica em áreas relevantes de transparência, financiamento para o desenvolvimento, fortalecimento organizacional, prestação de contas e/ou sustentabilidade.
  • Nacionais de alguns dos países membros do Grupo BID, com ênfase na participação dos originários da Região da América Latina e do Caribe.
  • Conhecimento prévio sobre o MICI e o mandato dos mecanismos de prestação de contas.

QUEM FAZ PARTE DO GCE 2017-2019?

Os oito membros do Grupo Consultivo Externo para o período 2017-2019 foram selecionados dentre 24 candidatos provenientes de 11 países da região. O atual GCE é constituído por quatro mulheres e quatro homens, com ampla experiência em matéria de financiamento do desenvolvimento, comunicação e gestão organizacional. Os membros participam do GCE a título pessoal e não recebem remuneração monetária.

Ana-Mita Betancourt, advogada, perita em estruturação financeira, com longa trajetória em organismos multilaterais e mecanismos de prestação de contas. Ver mais

Maximiliano Brandt, administrador, perito em indicadores de governança organizacional e avaliação de impacto. Ver mais

Juan Carballo, advogado, perito em prestação de contas e transparência no âmbito do financiamento para o desenvolvimento. Ver mais

Leonardo Crippa, advogado, perito em direito internacional e comunidades indígenas, com experiência no desenvolvimento de políticas indígenas. Ver mais

Paulina Ibarra, comunicóloga, perita em comunicação para o desenvolvimento, transparência, prestação de contas e participação do cidadão. Ver mais

Manuel Morales, advogado, perito em direito ambiental, gestão de redes de sociedade civil e incidência política. Ver mais

Andrea Repetto Vargas, advogada, perita em solução de conflitos, processos de diálogo e mecanismos de prestação de contas. Ver mais

Mélanie Salagnat, administradora, perita em responsabilidade social corporativa e avaliação de impacto empresarial e social. Ver mais

Ana-Mita Betancourt ( Estados Unidos de América )
Maximiliano Brandt ( Chile )
Juan Carballo ( Argentina )
Leonardo Crippa ( Argentina )
Paulina Ibarra ( Chile )
Manolo Morales ( Equador )
Andrea Repetto Vargas ( Chile )
Mélanie Salagnat ( França )
COMO TRABALHA?
  • O MICI convoca reuniões do GCE duas vezes por ano e estabelece os temas a serem tratados no encontro.
  • O MICI envia uma proposta de agenda aos Membros para revisão e comentários.
  • As reuniões incluem a participação regular da Diretora e dos Coordenadores das Fases de Consulta e Verificação da Observância. Pessoal adicional do MICI participará segundo se considerar necessário.
  • O MICI preside a reunião do GCE e redige uma nota-resumo que inclua os principais assuntos discutidos e acordos alcançados. A versão preliminar da nota-resumo é compartilhada com os Membros para comentários.
  • As agendas e atas-resumo são publicadas no site do MICI. Na seção de Documentos podem ser consultadas as versões mais recentes.
  • O MICI é responsável pela implementação de qualquer medida acordada e o GCE é informado sobre o progresso.
  • As reuniões do GCE aderem à Regra Chatham House , segundo a qual não se fazem atribuições individuais.