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Comunicados de imprensa

08/04/2008

BID formará alianças para estimular o crescimento e melhorar a qualidade de vida na América Latina e no Caribe

O encerramento da reunião anual da Assembléia de Governadores do Banco em Miami

MIAMI - O Banco Interamericano de Desenvolvimento forjará novas alianças com governos, empresas e organizações filantrópicas para estimular o crescimento e combater a pobreza na América Latina y no Caribe, afirmou hoje o presidente do BID, Luis Alberto Moreno.

No encerramento da reunião anual da Assembléia de Governadores, a cúpula máxima que toma decisões no BID, Moreno mencionou que esta instituição quase cinqüentenária há trabalhado tradicionalmente com governos centrais. Agora fortalecerá a cooperação com outros sócios.

“Sabemos que o crescimento sustentável e inclusivo na região requer esforços constantes e visão a longo prazo, mas também demanda estratégias inovadoras e enfoques criativos que vinculem novos atores a este projeto comum”, afirmou o presidente Moreno aos representantes dos 47 países membros do BID.

O BID é a principal fonte de financiamento multilateral da América Latina e do Caribe. Em 2007, junto com suas afiliadas, aprovou um total de US$ 9,6 bilhões em empréstimos, garantias e operações não-reembolsáveis, um recorde para um ano sem operações de emergência.

Porém, a região ainda tem grandes necessidades de financiar mais investimentos em infra-estrutura e energia, setores prioritários para a competitividade. Além disso, devido à descentralização, as entidades subnacionais aceitaram maiores responsabilidades na provisão de serviços públicos.

O BID irá colaborar com os governos de estados, províncias e cidades em setores como água potável e saneamento, essenciais para elevar a qualidade de vida na região.

O setor privado também pode ser um poderoso aliado para reduzir a pobreza, acrescentou Moreno. Citou ao fundador de Microsoft, Bill Gates, que em um seminário sobre filantropia organizado pelo BID destacou a capacidade das empresas para proporcionar soluções a grande escala para problemas de desenvolvimento.

Aliás, o BID procurará aliar-se com fundações, ONG e filantropos para mobilizar mais recursos para projetos inovadores destinados a combater a exclusão econômica e social.

A Assembléia de Governadores é a autoridade máxima do Banco. Seus integrantes são ministros de finanças, presidentes de bancos centrais e outras altas autoridades dos países membros do Banco, dos quais 26 são mutuários da América Latina e o Caribe.

Durante as discussões dos últimos dois dias, vários governadores ponderaram as reformas feitas por Moreno para que o BID responda de forma ágil e efetiva às cambiantes necessidades de seus clientes. Além disso, instaram ao Banco a definir mais instrumentos financeiros flexíveis, como os empréstimos e garantias denominados em moeda local.

A 49º Reunião Anual da Assembléia de Governadores do BID se celebrou em paralelo com a 23º Reunião Anual da Assembléia de Governadores da Corporação Interamericana de Investimentos, que se especializa em financiamento para a pequena e mediana empresa.

Em torno de 5.000 pessoas participaram nos eventos organizados com motivo da reunião anual, que puderam assistir a mais de 12 seminários sobre temas de interesse para a região, como o papel da filantropia no desenvolvimento, o desempenho macroeconômico, a expansão das micro-finanças, o impulso à tecnologia e a banca móvel, os desafios da mudança climática e a gestão de risco de desastres naturais.

A próxima reunião anual do BID será na cidade colombiana de Medellín em 2009.

 

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