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Crianças em risco Cerca de 20 milhões de crianças entre 5 e 15 anos que
trabalham são exploradas e se encontram em situação de risco em locais de trabalho perigosos na
América Latina, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Reunidos em novembro em
San José, Costa Rica, os ministros do trabalho da América Central e da República Dominicana e
autoridades da Organização Internacional do Trabalho analisaram como reduzir o trabalho infantil
e criar uma legislação para proteger a criança.Dinheiro pelo correio Imigrantes
do México, El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua nos Estados Unidos enviam cerca de
US$8 bilhões por ano para seus países, segundo um estudo da Comissão Econômica das Nações
Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Em El Salvador, as remessas dos imigrantes
totalizam 18% do produto interno bruto e metade das receitas de exportações. Os especialistas da
CEPAL constataram uma tendência cada vez mais acentuada entre os imigrantes de juntar suas
remessas e especificar que devem ser usadas para projetos de desenvolvimento em suas
comunidades nativas. Os desertos avançam Pior ainda que perder florestas é
ganhar desertos, e isso é o que a América Latina estará enfrentando em escala maciça se as
tendências ambientais continuarem, advertiram especialistas das Nações Unidas em uma
conferência realizada em novembro em Recife, Brasil. Cerca de 10 milhões de hectares de terra
arável se perdem a cada ano para a desertificação e entre os lugares mais afetados estão o
nordeste e o norte do Brasil, o norte da Venezuela, o Chile e a Argentina, o altiplano peruano e
boliviano, a América Central, o México, Haiti e Cuba. Os prefeitos se dão as
mãos Os prefeitos de mais de 200 cidades das Américas, reunidos em novembro em
Miami, decidiram criar uma organização hemisférica para impulsionar a integração regional e a
descentralização política. No encerramento da conferência, o Presidente do BID Enrique V.
Iglesias disse que a descentralização é essencial, mas também alertou que a transferência de poder
para níveis mais baixos de governo implica riscos em áreas como transferências impróprias de
dinheiro, patronato político e corrupção.
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